quarta-feira, 7 de março de 2012

Não sou dessas...

namoradas possessivas, ciumentas e controladoras. Porque simplesmente não está no meu feitio. Sou sensivel, preciso de muito mimo e atenção e se não tenho em quantidade suficiente ás vzs amuo ou faço birra. Se fosse perfeita não andava cá a fazer nada!
Sr Fofinho hoje vai a um jantar de aniversário de uma colega, mas eu não vou. Não sou da opinião de que nestas coisas só se pode ir em casal se não o outro amua. Sou a favor de manter a individualidade de cada um. Para dizer a verdade conheço vagamente os amigos dele e a maioria das vezes nem sei com quem sai nem para onde vai e honestamente não me preocupo. Nem más experências de relacionamentos anteriores me fizeram alterar esse comportamento. Já fui traida num relacionamento de longa data, já fui trocada por outra num relacionamento mais curto e nunca isso fez de mim uma pessoa controladora.
Há uns meses no meu grupo de amigos colocamos a hipotese de ir a uma casa de strip visto que uma das meninas gostava de fazer uma saida dessas no seu aniversário, mas o namorado nunca quis ir com ela, porque não acha adequado. Eu avisei logo que numa saida assim obviamente que levaria o meu fofinho e se ele ficasse entusiasmado com alguma exibição não havia problema nenhum, no final da noite é comigo que ele vai para casa. Penso sinceramente que os casais que são seguros da sua relação e essencialmente daquilo que querem são os mais felizes e com relacionamentos mais resistentes.
Outra coisa que eu sei e aqui talvez tenha aprendido com a experiência, é que não pudemos manter a nossa liberdade se não prezarmos a liberdade do outro. Além de que quem dá liberdade, incute responsabilidade nos actos que daí possam surgir.

2 comentários:

Imperatriz Sissi disse...

Estou contigo, nunca tive a pachorra para controlar seja quem for. Se me faltarem ao respeito...porta da rua é serventia da casa, instantaneamente. Até lá não vale a pena ralar-me. Até porque quem quer trair trai e trai mesmo, nem que tenha a CIA em cima.

Ao Virar da Esquina disse...

Isso mesmo, essa tendência para a traição já está nos genes.