domingo, 28 de maio de 2017

Protecção solar



Se eu fizesse um daqueles vídeos com tags podia começar pelo da Louca pela protecção solar. Acho que faz sentido para qualquer pessoa e no meu caso como sou muito branca com pele sensível e cheia de sinais muito mais. Além de detestar a ideia de parecer velha (que ficar velha é coisa que não me assiste), o sol é um dos maiores causadores de envelhecimento precoce da pele. Nunca saio de casa sem ecran total no rosto. Mas quando digo nunca é mesmo nunca. Numa catástrofe qualquer era mais provável (embora difícil de acontecer) que pudesse ir dormir maquilhada do que sair à rua sem protecção solar. Em tempo de praia o factor mais baixo que uso no corpo é 30 e depois de pelo menos 1 mês de praia já feito. Então este ano perdi a cabeça e mandei vir pela net este protector da lancaster que é marca que nunca tinha experimentado e que é a queridinha de muita gente que pode dar-se ao luxo de comprar um protector solar que custa entre os 32 euros e os 40 euros. Claro que aproveitei uma mega promoção e o adquiri por 20 euros. Ainda assim tenho que reter na minha caixinha encefálica que comprar estas coisas tem sempre que ser antes de submeter o irs. Porque se soubesse que este ano iria ter que pagar 1400 euros ao estado, a aquisição deste protector solar era logo posta em causa. Como o encomendei no final de Março, vai ser posto no corpo!

sábado, 27 de maio de 2017

Como o mundo se divide

Neste momento o mundo divide-se entre as pessoas que são generosas e as que não são. Pelo menos o meu mundo tem esta divisão. E quando convivo com pessoas assim a minha vida torna-se melhor. Eu sou uma pessoa generosa e aqui não existe o conceito de generosidade a mais ou a menos. Ou se é generoso ou não é. Há quem para a mesma coisa lhe dê outro nome. Há quem já me tenha dito que as margens da minha tolerância são enormes, porque na verdade são margens de amor. A minha questão é - se convivo com pessoas que são tão generosas, que conseguem mudar o meu mundo para melhor, porque é que eu sendo generosa, não consigo mudar o mundo de algumas pessoas?


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Já passei por aqui


e ele pelas urgências do hospital. Claro que não me arrependo. Aos 23 anos ter a sabedoria de dar uma coça sem passar pelo cemitério ou ir parar com os costados na prisão é de louvar. Talvez não seja para repetir, mas uma vez feito...

quinta-feira, 25 de maio de 2017

A Cabana (The Shack, 2017) - Trailer Legendado



Vi o filme esta semana, mas já sabia da existência do livro do William P Young há pelo menos 10 anos. Acho que é um daqueles livros ou filmes que todos devemos ler ou ver. Porquê? Porque por muito diferentes que sejamos entre nós vai existir um dado momento na vida em que as perguntas vão ser as mesmas. Porquê eu? Porque é que certas coisas só me acontecem a mim e não acontecem aos outros. Sou má pessoa? Sou culpado? O que é que eu fiz para merecer isto? Tudo é perda? E se sim, quem decide o que é perda ou ganho? E se sou eu o juiz dessa decisão então a responsabilidade é minha e isso significa que não posso culpar mais ninguém por aquilo que acontece. Bom, se assim é talvez já não queira ser juiz de nada nem de ninguém.  

Parágrafo para dizer o seguinte - vão encontrar as respostas que precisam aqui? Sim e não. Talvez encontrem apenas mais perguntas. Talvez percebam que sempre souberam as respostas ou que simplesmente existe mais do que um caminho para lá chegar.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Se fossem meus amigos

Eu tenho 3 amigos/amigas. Tudo o resto são conhecidos de quem gosto mais ou menos. Para manter os níveis de amizade que eu penso serem os mais verdadeiros e disponíveis não podemos ter muitos amigos, se não a qualidade do serviço de amizade baixa significativamente. Eu sou aquela amiga que já comprou uma passagem de avião de um dia para o outro para ir ter com quem precisava de mim. Que já passou 1h fechada numa casa de banho pública  por causa de um ataque de pânico. Os dois sentados no chão entre a retrete e o lavatório, deprimente eu sei. Que já saí da cama de madrugada para ir buscar alguém a esquadra. Que foi a primeira pessoa a receber um tlf para saber que um amigo tinha sida, quando tinha acabado de ir buscar os exames ao laboratório (graças a Deus afinal não tinha e foi um erro de etiquetagem, mas até passar o susto estive lá). Também fui convocada para um jantar em que a amiga estava grávida e tinha medo de contar ao marido, por isso achou boa ideia dar-lhe a noticia comigo à mesa quando a gravidez já ia nas 12 semanas. Convenhamos que só dá para fazer isto por 3 pessoas. Se fossem 10, garanto que não era boa amiga de nenhum. Isto para dizer que os amigos de Sr Fofinho não são meus amigos, são conhecidos. Um casal com o qual nos relacionamos está em plena crise e eu daria bons conselhos se fossem meus amigos mas não me quero meter. Fica de ressalva também que a este blogue só têm acesso esses meus 3 amigos 1 pessoa da minha família, algumas pessoas do meu passado que nem sempre transitaram para o presente e Sr Fofinho que normalmente só se lembra que este blogue existe quando lhe digo que há uma lista de sugestões de presentes que deve consultar. De resto são todos ilustres desconhecidos. Por isso posto o sururu que ela esta a causar no instagram já há vários dias com indicações tão contraditórias, mas que todas indicam que ele fez algo de errado mas não se sabe bem o que foi, a ele eu diria que não se preocupasse porque...


E se ela tem dramatizado! Quanto a ela e se fosse minha amiga já lhe tinha dado um apertão no braço e dito - a tua mãe não te ensinou que assuntos privados não se tratam na esfera pública? Fecha já essa matraca que por muita razão que possas ter estás a permitir que todos questionem e opinem. Vais ficar surpreendida quando descobrir o número de pessoas que não vão estar do teu lado, por muito mal que ele se tenha portado.

Uffa! Ainda bem que não são meus amigos!

terça-feira, 23 de maio de 2017

Tão eu


No que me diz respeito só acrescentava mais 50% na item resolução de problemas.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Conheço alguém que engoliu um jardim

só com um telefonema fiquei com uma sensação de paz como já não sentia há muito tempo, tanto, que já nem me lembro quando foi a última vez. E não estou a falar de felicidade. Tenho sido muito feliz nos últimos meses. Estou a falar de tranquilidade. Andei tanto tempo presa por arames e nem sequer percebi que eles é que me seguravam...
Tenho sempre que voltar à gratidão e lembrar-me que "Deus" coloca no nosso caminho todas as pessoas que precisamos para que nos possamos tornar em quem realmente somos. E descobrir que a palavra que vem a seguir à gratidão é retribuição.


Um bom mote de vida


domingo, 21 de maio de 2017

As coisas que me chamam

Desgarrada é nova. Fui ver o significado....

Substantivo feminino

Cantiga Popular improvisada ao desafio.

Desgarrar
 . Desviar o navio do rumo.
. Fazer garrar.
. Extraviar, desencaminhar.
. Apartar-se do rebanho - fugir.
. Desencaminhar-se perder-se.


Fiquei muito mais descansada... afinal sou só uma cantiga popular improvisada ao desafio.Ufa!!!
des·gar·ra·da

substantivo feminino

Cantiga popular improvisada ao desafio.


"desgarrada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/desgarrada [consultado em 19-05-2017].
des·gar·ra·da

substantivo feminino

Cantiga popular improvisada ao desafio.


des·gar·rar - Conjugar

verbo transitivo

1. Desviar (o navio) do rumo.

2. Fazer garrar.

3. [Figurado]  Extraviar; desencaminhar.

verbo intransitivo e pronominal

4. Apartar-se do rebanho; fugir.

5. Desencaminhar-se, perder-se.

6. [Marinha]  Garrar.

"desgarrada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/desgarrada [consultado em 19-05-2017].
des·gar·ra·da

substantivo feminino

Cantiga popular improvisada ao desafio.


des·gar·rar - Conjugar

verbo transitivo

1. Desviar (o navio) do rumo.

2. Fazer garrar.

3. [Figurado]  Extraviar; desencaminhar.

verbo intransitivo e pronominal

4. Apartar-se do rebanho; fugir.

5. Desencaminhar-se, perder-se.

6. [Marinha]  Garrar.

"desgarrada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/desgarrada [consultado em 19-05-2017].
des·gar·ra·da

substantivo feminino

Cantiga popular improvisada ao desafio.


des·gar·rar - Conjugar

verbo transitivo

1. Desviar (o navio) do rumo.

2. Fazer garrar.

3. [Figurado]  Extraviar; desencaminhar.

verbo intransitivo e pronominal

4. Apartar-se do rebanho; fugir.

5. Desencaminhar-se, perder-se.

6. [Marinha]  Garrar.

"desgarrada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/desgarrada [consultado em 19-05-2017].
des·gar·ra·da

substantivo feminino

Cantiga popular improvisada ao desafio.


des·gar·rar - Conjugar

verbo transitivo

1. Desviar (o navio) do rumo.

2. Fazer garrar.

3. [Figurado]  Extraviar; desencaminhar.

verbo intransitivo e pronominal

4. Apartar-se do rebanho; fugir.

5. Desencaminhar-se, perder-se.

6. [Marinha]  Garrar.

"desgarrada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/desgarrada [consultado em 19-05-2017].

sábado, 20 de maio de 2017

Twin Peaks





Quem se lembra desta série? Eu era muito pequena, quando passou um Portugal, mas nunca mais me esqueci da música. Lembro-me de ver umas imagens num bosque e pouco mais. Os meus pais não perdiam um episódio da saga da Laura Palmer. Agora a série está de volta e já estreia amanhã. Já estou em pulgas...

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Daquelas coisas

que nós sabemos que são o melhor para nós e ainda assim nos custa horrores fazer. Conheço o melhor médico do mundo, porque é também uma das melhores pessoas que Deus colocou na terra. Mas foi quem me ajudou nas doenças dos meus pais e foi inexcedivel. Por muito grata que lhe possa estar para o resto de vida, estar com ele faz vir à flor da pele tudo quanto eu passei. Que não passei sozinha, ele foi mais do que um médico, foi um amigo, foi um dos meus pilares. Não o quis sobrecarregar com a doença do meu pai, porque já estava a ser seguido por um médico de pneumologia também ele muito profissional e humano, mas quando o encontrei por acaso nas escadas do hospital e lhe mostrei os exames,ele olhou para mim com aqueles olhos que reconhecem a verdade e soube que eu já sabia o que se ia passar, mesmo sem ele estar ao meu lado.  Deu-me um beijo na testa e disse - não vai sofrer. No estado em que está vai ser acompanhado pela minha equipa que é quem controla a dor em casos terminais. Assim foi. Segui pelo corredor certa da morte sem sofrimento desnecessário e nunca mais o procurei. Mando aquelas mensagens de aniversário, mas evito sobrecarregar mais quem melhor sabe carregar o mundo dos outros às costas, porque já o fez para mim e há gente que precisa todos os dias daquilo que ele pode dar. Ás vezes não é a cura, mas a esperança, o colo, o mimo, a confiança.
Agora tive que voltar a entrar em contacto com ele, o que não é fácil para mim. Não é orgulho, é dor. É saber que vou roubar um bocadinho da atenção dele, que outros tanto precisam para continuarem a acreditar que tudo vai correr bem. Sinto-me egoísta ao procura-lo porque há quem precise mais dele do que eu, e já tive o meu tempo. Ainda assim não resisti. Sentei-me frente ao computador e escrevi ao melhor médico do mundo, porque só ele serena o meu coração. Não sei se fiz bem, mas fiz aquilo que senti que tinha que fazer. Espero que a vida me continue a provar que devo ouvir a opinião de todos, mas fazer aquilo que o meu coração dita, porque só ele vê o caminho. E o caminho não é feito de orgulho, mas de gratidão.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

A tatuagem

Com a descoberta do ioga na minha vida, já só me faltava a tatuagem para ficar parecida à menina aqui da foto. Era a tatuagem e o bronze, mas o sol não tem querido colaborar. Quanto à tatuagem... faltava, já não falta!




quarta-feira, 17 de maio de 2017

Sobre os últimos dias


Foram assim... cheios de dúvidas e incertezas, mas com jeitinho o nevoeiro já se começou a dissipar...

terça-feira, 16 de maio de 2017

Gosto tanto, como arrancar dentes

dia de ir à contabilista tratar do irs!


segunda-feira, 15 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

Salvador Sobral - Amar Pelos Dois

Ganhou a verdade, porque não se ama sozinho, nem se pode amar pelos dois...



sábado, 13 de maio de 2017

Passadiços do Paiva

Sim, desta vez tenho muitas fotografias porque é realmente difícil escolher as preferidas. É tudo tão bonito, tão verde com tanta água que a selecção se torna complicada.


Esta foto foi fácil... inicio do percurso, bom tempo, nada cansada. Ainda me conseguia manter sorridente e penteada.




Como sabem todos os meus posts sobre passeios ou viagens são práticos, por isso aqui vão encontrar aquilo que eu gostava de ter lido ou sabido antes de embarcar nesta aventura. Em primeiro lugar os passadiços estão totalmente reabertos, depois do incêndio que ocorreu em 2016, pelo que já podem fazer o percurso total. A informação geral é que percorrem 16km se fizerem ida e volta. Está errado - são exactamente 17 km e 200 metros aos quais devem acrescentar mais qualquer coisinha para uma ida ao bar ou casa de banho e ter em conta que o estacionamento não é logo na entrada do parque.








Existe mais ou menos a meio do percurso esta praia fluvial onde podem descansar e fazer um picnic. Se vão com menos tempo para aproveitar o local e não querem parar para almoçar, não se esqueçam de levar - água, comida energética, fruta, pão com qualquer coisa que gostem, umas barritas de cereais, ou chocolate. Acreditem que vão precisar caso decidam fazer os 18 km. Se forem no pico do verão podem levar toalha e fato de banho, caso tenham coragem para nadar naquela água gelada. Nem vale a pena falar em protector solar, seja qual for a época do ano pois não?











As visitas têm que ser marcadas pelo menos na véspera e por isso mesmo têm que já ter decidido qual a margem pela qual vão entrar. Aqui fica a dica - se quiserem fazer o percurso dos 18km é melhor entrar pela margem da espiunca que é mais plana e tem menos escadas para regressar quando já estiverem na recta final do passeio. Se quiserem apenas fazer 9km então a melhor entrada é pelo Areinho. Vão descer as escadas em vez de subir e depois a maioria do percurso é feito em recta até à Espiunca. Uma vez nessa margem têm táxis que vos cobram cerca de 5 euros por viagem (não é um preço tabelado, é uma média por isso convém confirmar) e vos leva de volta ao vosso carro que está no parque do Areinho.





Seja qual for a vossa decisão neste passeio impera sempre o bom senso.Não têm que ir em modo maratona oplimpica, nós levamos cerca de 6h com as devidas paragens para fazer o percurso. Ainda assim se têm dificuldades de locomoção não vão. Se têm baixa capacidade fisica, reconheçam isso, melhorem e vão noutra altura. Se têm crianças pequenas não vão. Mesmo que optem pelo percurso mais fácil vão ter que descer cerca de 800 degraus. O Parque não permite a entrada de carrinhos, pelo que a logistica com uma criança de colo é complicada e com uma criança, que já ande sozinha e se mexa por todo o lado perigosa.






Fim do percurso - desgrenhada e de língua de fora, mas fiz os 18km!

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Sobre o que era para ser e já não foi

Tive um convite para ir a pé até Fátima ver o Papa. Falou-se nisso assim que se soube da noticia e sempre me mostrei disponível para embarcar nessa peregrinação. 1 mês antes o convite foi confirmado, mas afinal já não era uma peregrinação - íamos mesmo só para ver o Papa e não faríamos uma caminhada de mais de 10km desde onde ficava o carro até ao Santuário porque também ia uma criança de 13 anos. Partiríamos esta madrugada e ficaríamos a dormir no recinto. Por mim tudo bem, eu ia só por companheirismo e por curiosidade em ver o Papa. 
Afinal já ninguém vai, porque na minha opinião o pai da criança nunca ficou muito satisfeito com o facto de a mãe ter cedido a levar a filha até Fátima. Acabou por se gerar um movimento de vai ser o pânico, é muita gente, e vai ser uma confusão e não é seguro e as coisas podem correr mal e mais uma série de argumentos que são todos muito válidos para quem não deseja que os outros façam as coisas.Ora eu, que até estou com uma crise de sinusite e uma infeção urinária, não me importo nada de ficar em casa a assistir na televisão e a poupar-me à intempérie. Ainda assim daqui se tiram várias lições.

1- isto já mais aconteceria, se o grupo de pessoas que decidiu ir tivesse por base a fé em vez da curiosidade.
2 - a importância de saber dizer que não a um filho. Não podes participar em tudo quanto os adultos fazem e tens que fazer as actividades que são correctas para a tua idade. A individualidade dos pais é fundamental e um exemplo para os filhos, além de que na minha opinião um não, dito no momento certo e pelo motivo certo estrutura muito mais o carácter de uma criança, do que um sim, só para fazer a vontade.
3 - a confirmação de que não sou feita do mesmo barro que este grupo e que se fosse algo realmente importante para mim, eu já tinha posto patas a caminho mesmo sozinha. Nem que ficassem todos com um ataque de pulgas. Talvez seja por isso que dizem que sou a única que consegue seguir os planos até ao fim. É mais do que foco e disciplina. Neste caso em especifico é não me anular e nunca deixar que os outros decidam por mim.


quinta-feira, 11 de maio de 2017

quarta-feira, 10 de maio de 2017

E por falar em Papa

Todos os dias somos invadidos por noticias relativas à vinda do Papa Francisco a Fátima, mas curiosamente ainda não vi em lado nenhum um apontamento a esta série que achei genial.



Jude Law esteve maravilhoso neste papel e a história que conta, tem tanto de insólito, como de real ao demonstrar uma força de carácter que o Papa Francisco também tem. Acho que é isso que esta ficção tem em comum com este papa - ambos têm uma visão muito clara daquilo que querem para o mundo e da forma de lá chegar. Tenho a sensação que tanto um como outro só fazem aquilo que lhes dá na real gana e não vão em cambalachos com a cúria romana ou outros poderes instalados.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Viajar

Quando regressava de Bruxelas para Lisboa, conheci no avião a Maria José. Esta senhora tinha ido visitar a sobrinha que trabalha numa das instituições relacionadas com o parlamento europeu e vinha cheia de conversa, por causa da troca de lugares que a hospedeira gentilmente tratou, por não terem emitido os cartões de embarque com a lógica de quem viaja e os adquire em conjunto como eu e sr Fofinho fizemos.Falamos essencialmente de Bruxelas, dos passeios e das viagens que realizamos ao longo da vida. Ela sempre viajou muito sozinha, que é algo que eu realmente admiro, e eu sempre viajei muito acompanhada que é algo que ela aprecia. Mas aquilo que mais retive nesta conversa foi o facto de me ter dito que a maioria dos seus amigos organizaram as suas viagens no binómio idade/distância. Ou seja, as viagens mais longínquas fizeram-nas enquanto eram novos e os países mais próximos, Europa e Mediterrâneo deixaram para uma fase mais tardia da vida em que pensaram que não se iriam conseguir deslocar da mesma forma nem passar tantas horas no avião como em novos. Nunca tinha pensado nas coisas dessa forma. A minha lógica sempre foi e continua a ser - sítios que quero conhecer - o dinheiro que tenho disponível nesse ano para viajar - companhia interessada em conhecer o mesmo lugar que eu. 


Bom se houver alguma verdade nisto, aqui fica declarado que pretendo ser jovem toda a vida (e até onde o dinheiro o permitir).

segunda-feira, 8 de maio de 2017

domingo, 7 de maio de 2017

Coach e a colecção da Disney

E é um daqueles casos para se dizer...


Porque se fosse para escolher eu diria - quero todas!






sábado, 6 de maio de 2017

As compras e as férias

Ao contrário da pessoa com quem habitualmente vou de férias, não sou uma criatura de grandes compras. Se já me faz falta um artigo em especifico e por acaso o encontro no destino óptimo, caso contrário não ando à procura do que comprar. Dá-se o caso que todos os anos passamos várias vezes por Valença, seja para ir para Monção, seja para ir a Tui às compras (combustível, supermercado e outlet). Ora eu conheço bem Valença, "de outros carnavais" e já fiz boas compras dentro da Fortaleza. Precisamente por conhecer bem demais Sr Fofinho e as compras em Valença, nunca lhe perguntei se já tinha ido à Fortaleza. Este ano abri exceção e em boa hora. Ele nunca lá tinha ido e eu estava a precisar de comprar umas calças brancas rasgadas para o verão.
Assim encontrei as ditas cujas....


A ideia é esta. As calças não são iguais, são parecidas e o corpo também não é o mesmo (óbvio que sou muito mais jeitosa com tanto ginásio que tenho feito), mas a ideia é usar assim dentro deste género... e o preço ficou abaixo do meu limite para calças que lhe faltam tecido que é 20 euros o máximo.
De resto aqui fica a Fortaleza de Valença para os vossos olhinhos


 
 



 A visitar com moderação se forem viciados em compras. Se estiverem a fazer enxoval para casa. Se estiverem grávidas, vão desejar que fossem gémeos porque há tanta coisa gira que mais vale levar a dobrar que ter que escolher. Se forem aquele tipo de pessoa que se satisfaz com uma imitação (para não dizer aquela palavra feia da contrafação). Em todos estes casos, visitar com as mãos nos bolsos e a carteira dentro do carro.