sábado, 30 de setembro de 2017

Em vésperas de autárquicas

É mais ou menos isto que vejo, cada vez que olho para um cartaz com os candidatos da cdu. Em alguns casos nem é preciso actualizar a farpela, que é mais ou menos assim que os vejo por aí. Será que para pertencer à cdu têm todos que ser feios, porcos e mal prontos?


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Finalmente!



Quando finalmente começas a decorar o quarto do bebé! Até me esqueço das contracções e dores nos rins...

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Corte e costura

Existem blogs que de vez em quando eu espreito, mas que não sigo com regularidade, ou coloco na minha lista de blogs a seguir. E vou dar 3 exemplos - um dos mais lidos em Portugal - A Pipoca Mais Doce. Tudo me parece comercial, opiniões pouco isentas sobre produtos e temas polémicos que possam gerar mais visualizações. De vez em quando também leio o - Dias de uma Princesa. Alguém que fica infeliz por não poder ir à festa do Avante e aos comícios do pcp está no extremo oposto da minha realidade. Eu que em 20 anos de idade adulta já passei por vários tamanhos e pesos, sempre me senti bem comigo própria e tive uma boa auto-estima a vestir o 38 ou o 48. Quando por lá passo assisto a uma mulher bonita e interessante,que vive metade do tempo infeliz com a sua imagem e a lutar contra a comida. E depois há - A Melhor Amiga da Barbie, que foi mãe recentemente e tem a preocupação de encontrar um colégio com comida vegetariana para a bebé ou que apesar de nem ser feia, usa um brinco no nariz que lhe fica super mal, veste roupas que a fazem maior, mas dá conselhos de tendências de moda, mesmo quando parece um saco de batatas ou pinta as unhas de dourado perolado com brilhantes. A km de distância da mulher que eu sou. Talvez por todas essas diferenças, não sejam blogs a seguir com regularidade. Ainda assim de vez em quando surgem apontamentos ou sugestões engraçadas e das quais nunca me lembro porque somos tão diferentes. Porque não vejo o que os outros pensam sentem ou compram como ideais a seguir, não preciso de me identificar com estas mulheres para lhes dar o seu valor, apesar de serem tão diferentes de mim.


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Fim dos 6 meses de gestação

E até agora tudo bem. Sem grandes queixas, a continuar a dormir bem e tirando meia dúzia de dias em que tive contrações, não houve mais nenhum sinal de alarme. Vamos ao último trimestre!



terça-feira, 26 de setembro de 2017

Passo a vida a sonhar contigo

Passava a vida a sonhar com empadão, mas agora estou em fase de matar o bicho! Tudo porque já me apetecia empadão há uns 3 meses, mas fazer só para mim é complicado, principalmente quando evito passar muito tempo na cozinha. Sr Fofinho está de dieta e empadão é uma bomba calórica e depois, embora ele seja filho de cozinheira, a mãe nunca fez empadão de batata em casa.Por estranho que pareça era sempre daquele de compra com flocos, coisas que na minha casa nunca entrou. Por isso agora ele estranha a textura... Assim aproveitei o facto de ele estar fora no fds passado e fiz empadão para o almoço, para duas pessoas que gostam de empadão! Claro que sobrou e enquanto não terminar o tabuleiro, não descanso!


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

domingo, 24 de setembro de 2017

A companhia para as contrações

Desde 4f que estou com contrações. Uns dias mais outros menos e sempre acompanhadas de dores nos rins. Para além das recomendações médicas de mais água, mais magnésio e mais descanso é preciso companhia, para fazer me mexer o menos possível e ver se amanhã já consigo levar uma rotina mais normal. Então para o meu sossego a companhia foram os bichos e esta série. 





Quando terminar de a ver, logo faço um post sobe a combinação magnesiocard e big little lies.

sábado, 23 de setembro de 2017

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Este outono é ainda mais importante que os outros

Afinal o bebé até pode querer nascer nesta estação...


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Major Lazer - Sua Cara (feat. Anitta & Pabllo Vittar) (Official Music Vi...



Quando ouvi pela primeira vez esta música na rádio, achei alguma graça. Entra no ouvido, parece uma daquelas músicas boas para coreografias de zumba tipo, o despacito ou a babando. Cheia de curiosidade cheguei a casa e fui assistir ao vídeo no youtube. É tão mau, que para dar a minha opinião tinha que ser tão explicita, quanto os rabos que se rebolam nestas areias. Assim será melhor que cada um tire as suas conclusões...

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

A que cheira a minha mãe?

Sou daquelas pessoas que fixa aromas. De casas, de viagens, de outras pessoas. Um dos aromas da minha infância era o de Magnólia dos produtos do Marks and Spencer que entretanto fechou em Portugal. Quando estive em Londres trouxe um carregamento de produtos de banho, cremes e perfumes dessa linha. O ano passado renovei o stock em Gibraltar, mas tenho estado a acumular na minha despensa de produtos de beleza, para quando o bebé nascer. Tinha decidido que esse seria o aroma da sua infância, aquele que iria associar a mim.

Entretanto já não tenho a certeza se esta foi uma boa decisão... em primeiro lugar porque tenho muita dificuldade em resistir às novidades e não sei por quanto tempo vou conseguir cheirar sempre à mesma coisa. E depois porque o stock acaba e a marca não se vende em Portugal nem faz envios para cá. Para já devo ter produtos para 1 ano de utilização, depois ou mudo de aroma, ou faço uma viagem até Inglaterra.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Qualquer coisa assim

Ontem fiz a temida análise dos diabetes gestacionais PTGO. Nem me vou alongar em considerações desnecessárias para um exame que não é fácil e ninguém tem vontade de fazer. Vou apenas dizer que quando comecei a ficar mal disposta e a ver pirilampos por todos os lados pensei - se eu não me acalmo, o bebé vai ficar aflito com a minha aflição e não percebe nada do que se está a passar. Coloquei o disco interior do está tudo bem, isto é tudo normal e corre lindamente. Acho que o bebé acreditou e eu também.


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

sábado, 16 de setembro de 2017

Um problema - várias soluções

Aqui em casa as coisas não são fáceis. Somos um casal com poucas coisas em comum e formas de pensar e reagir muito diferentes. É normal que com o passar dos anos certas situações se agudizem. Como é que isto se resolve? Com divórcio? Com conversa? Com cedências? Nada disso... a resposta é bem mais simples. Resolve-se como tudo o resto que se quer bem resolvido - com inteligência. Neste caso inteligência é entender que para todos ou quaisquer questões nas quais eu não sou o problema também não posso ser a solução. É que para ser solução de algo temos que dar a nossa opinião e dizer qual é o caminho e se o nosso companheiro tem sempre uma opinião diferente, além do problema inicial juntamos uma discussão por pontos de vista diferentes.
Por isso, para não chegarmos a isto


Vou demitir-me de todos os assuntos que não me dizem respeito. E olhem que para mim não é nada difícil, além de que tenho tantas coisas com que me preocupar. Daqui a 1 mês faço ponto de situação a ver se a estratégia funciona, mas tenho para mim, que foi a melhor ideia que tive na minha vida.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Então não tens medo de nada?

Muita gente me diz - tens tido uma gravidez santa - sem enjoos, sem náuseas, azia, sem dores, a dormir bem, quase sempre bem disposta. É verdade. Talvez ajude o facto de querer muito este bebé. Talvez seja mais fácil para mim dominar certos factores físicos, porque consigo dominar bem a minha mente. Ou talvez, simplesmente tenha sorte. Mas obviamente que tenho medos, não muitos mas os suficientes para me roubarem um bocadinho o sono quando certas datas se vão aproximando. O próximo medo com que tenho que lidar, é já na 2ºf com o teste da sacarose. É sabido que é uma análise muito chata e que nenhuma grávida a gosta de fazer, mas no meu caso há motivos verdadeiramente fortes para a temer. Desde que fiz a cirurgia de bypass gástrico que as quantidades de açúcar que consumo são mínimas. Claro que este verão já comi bola de berlim na praia sem ficar mal disposta, mas daí a enfiar com um copo de sacarose, depois de um jejum de 10h vai uma grande diferença. E se muitas grávidas se sentem mal, eu posso até ficar com síndroma de dumpting, que é só assim a sensação mais próxima do - vou morrer aqui e agora. Portanto na próxima 2ºf tenho mesmo que ir acompanhada para o hospital para fazer a análise e têm que me trazer de volta a casa, não sei bem em que condições. E assim que lá chegar, vou logo explicar o meu historial clínico e pedir que preparem um cantinho para mim, prevendo que a coisa corra mal, ou seja - vomitar - desmaiar - taquicardia - suores frios e todos os sintomas típicos de uma hiperglicémia me estão reservados. Se tenho medo? Sim, muito. Mas tem que ser feito.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Vão viver nas minhas pernas

Ah porque são infantis... Essa conversa sobre a opinião alheia é o que me tira o sono!




Esperem até lançarem uma colecção da Hello Kitie, que vocês vão ver a rebaldaria que vai ser na minha gaveta das meias.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

O nosso pior inimigo

Somos nós próprios, com os limites a que nos impomos e as zonas de conforto das quais não queremos sair. No meu caso o orgulho, o facto de ser importante sentir-me auto-suficiente e pouco ou nada vulnerável, tem sido o meu calcanhar de Aquiles. Até que me surgiu uma situação que não conseguia resolver sozinha e não existiam caminhos fáceis por onde escolher, a solução era só uma - pedir ajuda. Até tenho 3 pessoas a quem posso pedir este tipo de ajuda, mas nunca o tinha feito e passei a semana a preparar-me para isso. Sempre com um humor instável, uns picos de ansiedade tremendos e um sentimento de culpa terrível, por pensar que o bebé também se podia sentir ansioso por eu estar assim. Acabei por ir suavizando as coisas com a imposição de uma data limite para fazer o tal telefonema e tentei guardar os nervos todos para esse dia. Será que tinha mais medo de me expor ou de ouvir um não? Chega a uma altura em que já nem importa porque nos sentimos mal, temos é que resolver a questão, e assim foi. E foi fácil, muitissimo mais simples do que tinha imaginado, ou melhor temido. Não só a resposta foi positiva como imediata, bem como a pessoa em questão me disse que se sentia muito bem por saber que eu tinha confiança para recorrer a ela e que tinha todo o gosto em me ajudar. Passei uma semana de sofrimento para nada... quer dizer, não foi em vão porque me fez perceber o quanto eu já mudei o chip, desde que engravidei. Se fosse sozinha eu tinha virado o mundo ao contrário e tomado decisões menos boas mas que só passavam por mim e com o bebé a depender do meu bem estar e discernimento ganhei forças para fazer aquilo que não queria.

É que não basta ter garras, é preciso saber usa-las. E às vezes o bom uso dos nossos recursos também passa por olhar para a situação e ter a noção que não vamos dar conta do recado sozinhos e que precisamos de ajuda. Isso não nos torna mais fracos, só mais honestos e conscientes dos nossos limites.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Venceram as peúgas


Li algures, nas minhas incursões pelos blogs de maternidade que as meias dos bebés se tornam num verdadeiro terror para as mães. Isto porque com o movimento de roçar os pés e espernear, os bebés volta não volta perdem uma peúga. Ora cá em casa Sr Fofinho já se queixa que existe um buraco negro das meias... e eu pensei logo em como seria complicado andar perdida nesse vácuo espacial à procura de meias tão pequeninas. Como o João nasce em pleno inverno resolvi comprar várias calças interiores (ou culotes, trusses, coeiros para os brasileiros) - (parece que a peça é multifacetada e não tem nome cientifico atribuído), com pés. Pensei que entre roupa interior que lhe cobrisse os pés mais os babygrows que também têm pés estaria quente. Se fosse para a rua punha por cima umas botinhas de lã.  Mas entretanto, na lista de maternidade mencionam 2 pares de meias. E se não levo e fazem falta? E depois estas meias dão até aos 6 meses e lá mais para a frente vai usar calças sem pés e precisa de meias... Assim lá resolvi comprar 5 pares todos de cores diferentes. Espero que cheguem e que não sejam engolidos pelo buraco negro cá de casa. Agora sapatos para uma criança que não anda, ainda ninguém me convenceu desse desperdício de dinheiro. Ainda assim aposto que daqui a uns meses o pai vai dizer que parece mal levar o menino a sair sem uns sapatinhos calçados...

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

sábado, 9 de setembro de 2017

A Cova da Piedade está na moda

Já temos programa para este fds! Vamos descer a rua e...


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Nas 24 semanas

Para quem espera um bebé todas as semanas são importantes, mas chegar a esta fase é um marco assinalável. Porque as 24 semanas significam que o bebé é viável, mesmo que nasça prematuro. Claro que com todas as reservas do mundo, porque nesta fase pouco é mais do que meio bebé, mas já teria hipóteses de sobrevivência.Saber isto é só mais um conforto, porque aqui entre nós, acho que ele ainda vai levar bastante tempo cá dentro. Tenho uma placenta alta e posterior, o que significa que mais rapidamente tenho dor nas costas do que contrações ou risco de que ele nasça prematuro.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Uma dica que serve para todas nós

Sabem aquelas alturas em que andamos mais cansadas e o corpo não responde no ritmo que precisamos? Pode ser falta de magnésio. E aquelas fases em que por nenhum motivo aparente andamos sempre à beira de um ataque de nervos, ou nos sentimos emocionalmente instáveis? Culpamos logo as hormonas, mas pode ser carência de vitamina B. Claro que estas situações só se despistam com análises ao sangue, mas como desde que fiz a cirurgia de bypass gástrico as tenho que fazer 2 vezes por ano, estou muito mais atenta a estas questões. A médica de saúde materna do centro de saúde achou que era boa ideia tomar magnésio logo no primeiro trimestre, para evitar as supostas contrações que nunca tive nem tenho. Como a achei completamente incompetente e desequilibrada não comprei nada do que me mandou. Depois de ver as minhas análises verifiquei que tinha os níveis de magnésio baixos e da vitamina b12 também. Então em vez de comprar o magnoral que ela me indicou fiz o meu estudo de mercado e descobri o mesmo medicamento, do mesmo laboratório, mas com um nome diferente e um preço mais reduzido por ser vendido na para farmácia. Descobri isto no decorrer da gravidez, mas se soubesse antes da existência deste complexo já o tinha tomado. Aqui fica a dica para quem sente os sintomas acima descritos e com uma solução de custo mais baixo que o medicamento vendido na farmácia.


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

No stress

Aqui por casa sou eu a sra das almofadas e não há qualquer problema com isso. A cama é larga, ele percebe as minhas necessidades e lá nos ajeitamos para dormir. Só houve uma noite em que me roubou uma das almofadas mas já estava em processo de sono e eu não me importei.




Mas sei que nem em todas as casas é assim. Tenho uma amiga que está grávida com uma diferença de 10 dias do meu tempo de gestação e uma das maiores brigas que teve com o marido foi precisamente por causa da almofada. Mas grávida quando briga é coisa séria. Naquele caso passou dos gritos ao choro em 2 minutos. Homens - não há necessidade disto...

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Aqui não entram

Seja moda ou não, uma coisa eu posso garantir - não vou andar com borlas de cortinado penduradas nas orelhas!





segunda-feira, 4 de setembro de 2017

domingo, 3 de setembro de 2017

Receita

para retemperar as coisas menos boas.


sábado, 2 de setembro de 2017

A máquina de lavar loiça morreu

Que é tudo quanto uma grávida que está a preparar o enxoval e o quarto do bebé quer ouvir. Nestas coisas eu relativizo sempre (talvez seja por isso que tenho pouca paciência para aturar as frescuras dos outros), que podia ser pior. Podia ter sido a máquina da roupa e sem essa é que eu não posso viver, que o meu espírito de sacrifício não chega para ir lavar roupa para o tanque! Agora a minha mãe levou 40 anos para ter uma máquina da loiça e até lá não lhe caiu nenhuma mão, por ter que lavar a mesma. A mim também não vai cair. Até lá nos próximos meses é isto que me espera...

Se vou desanimar? Claro que não. Sei bem de onde venho e lembro-me de todas as dificuldades que os meus pais passaram na vida. Ter boa memória, não nos dá propriamente imunidade, mas noção dos nossos limites e daquilo que conseguimos suportar.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Ser quem se é

Parece um titulo um bocado estranho, mas na realidade quantos de nós são simplesmente eles próprios e vivem bem com isso? Porque é que a maioria das pessoas apenas consegue definir quem é se disser aquilo que faz, aquilo que tem ou com quem se relaciona? E este tema surge em dia de crónica da maternidade, porque nesta nova busca de informação em blogs sobre maternidade e o que é ser mãe me deparei com a mesma situação - mulheres (poderiam ser homens, mas poucos escrevem sobre o assunto) que sentem que a vida lhes fugiu desde que o novo ser veio ao mundo.
Leio isto e ouço em muitos sítios - estou cansada, não dou conta do recado, deixei de ter tempo para mim, deixei de fazer o que gostava, deixei de ter vida própria. E o que é isto de deixar de ter vida própria? É que a parte do cansaço eu entendo. A parte da privação de sono, por ter um ser que depende inteiramente de si, principalmente quando as mães dão de mamar, eu também percebo. E aposto que vou sentir a mesma angustia quando chegar com o meu bebé a casa e pensar que não conheço nada daquele novo ser e se serei capaz de entender o que ele precisa e suprir as suas necessidades. Isto tudo a juntar ao facto de eu própria já não ter mãe, para me orientar e explicar como se tratam certas situações com o bebé. Ainda assim faz parte do "pacote" ser mãe, e vou fazer o meu melhor. Agora a parte de deixar de se fazer o que gosta ou de ter vida própria eu não entendo. Ou melhor só entendo se aplicar isto a pessoas que entendem que ter vida própria é postar uma série de fotos nos festivais de música, nos restaurantes da moda e das pessoas "virtualmente atraentes" com que se encontram. Se eu sou "eu" em toda a minha unidade e gosto de quem sou, como é que me posso perder de mim própria ou deixar de ser eu numa viagem ao Japão ou de camisa de noite vestida com um biberon na mão ás 5h da madrugada? Não é sempre a mesma Susana? E tudo isto não é vida?

E isso é mau?