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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Aquário Vasco da Gama






Ideal para entreter uma criança em dias de chuva. Próximo de casa, interessante e a um optimo preço.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Uma tarde em Lisboa



Mesmo vivendo a 6 km de Lisboa, parece que cada vez vamos menos à capital. E Lisboa tem sempre tanta coisa a acontecer e ainda tanta coisa para ver. O problema não é a cidade, o problema é a falta de coragem para sair de casa com o João. Pois sempre que posso ele vai correr e brincar para um parque, mas aqui na nossa zona. Ainda não o levei ao da Serafina, nem ao do Monsanto nem quinta pedagógica dos Olivais. Aqueles clássicos a que todas as crianças vão. Tenho dias em que me faltam as forças para sair, outros o ânimo, outros a paciência. Ainda assim com este verão com sabor a outono, lá fomos no domingo passado almoçar a casa do padrinho. Passeamos no bairro de Arroios e fomos conhecer o miradouro do monte agudo, seguido de um lanche no choupana caffe, que tinha uma fila de espera de meia hora um barulho tremendo, e não tem os melhores croiassants de Lisboa na minha opinião. Ainda assim o João já estava cansado de tanto passeio e dormiu todo o lanche. Foi uma tarde de sucesso!

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Adega José Maria da Fonseca


Ou... a primeira visita guiada do João! 







No feriado do 25 de Abril, fomos a Azeitão fazer a visita à adega José Maria da Fonseca. Tinha interesse para mim, porque trabalho para a concorrência e queria saber o que por là fazem. A minha visita dura 2.30h e a deles 1h hora, pelo que me pareceu tranquilo para levar o João. Mas rapidamente percebi que o João só está preparado para visitas guiadas daqui a uns 2 anos. Falou com todos os visitantes, ofereceu bolachas, disse olá e olha olha 300 vezes. Quando o coloquei no chão foi-se pendurar nos casacos dos outros visitantes e tentar jogar às escondidas entre as barricas de vinho. Tive que sair a meio da visita para ele correr pelo jardim, já que ninguém conseguia ouvir o que o guia dizia. E eu que faço visitas guiadas, sei bem o que custa estar 2.30h com crianças aos berros. Este não chorou nem fez birras, mas queria ser a estrela da companhia e toda a atenção só para ele. Por isso também me parece pertinente dizer que os pais que resolvem levar os seus filhos para todo lado, dizendo sempre que não há qualquer problema em sair com as crianças, têm toda a razão. Desde que as crianças se saibam comportar nos locais que visitam e não perturbem os outros. O João não tem feitio nem maturidade para este tipo de programas. Esta visita foi o teste que precisava para entender isso. E depois quando se quer educar bem uma criança é bom demonstrar que a sua liberdade termina quando começa a dos outros e é muito chato pagar um bilhete e não se ouvir nada de uma visita porque a criança dos outros quer conversar.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Maat










Fomos conhecer o Maat no fds passado. Não era um daqueles museus que estivesse na minha lista, mas as duas exposições patentes neste momento sim. Também não sou aquela mãe que encontra beneficio em levar um bebé de 1 ano ao museu. Não se vai tornar num grande intelectual por fazer estes programas culturais, numa idade em que ainda nem consegue levar a colher à boca sozinho. Ainda assim a decisão de o levar também a visitar o museu, esteve relacionada com o tipo de instalações mais tecnológicas e coloridas. De facto o olhar do João permaneceu nos objectos coloridos, nas luzes sons e movimentos, o que significa que para ele foi sensorialmente estimulante e para os pais um descanso, porque conseguiram ver as exposições sem birras à mistura.

sábado, 8 de julho de 2017

Alqueva

Faz 15 dias que fomos ao Alentejo dar a notícia à familia da chegada do bebé no final do ano. Tinhamos planeado passar o dia no Alqueva e assim foi.


Depois de se colocar o barco na água e perceber que não estava bom tempo todos começaram a ficar preocupados porque não sabiam como ia reagir o mini baby a tamanha aventura.


A água estava picada, muito picada por causa do vento, o que tornou o passeio ainda mais emocionante.

O mini baby? Adorou a aventura e adrenalina. Só podia... é meu filho :-)

sábado, 13 de maio de 2017

Passadiços do Paiva

Sim, desta vez tenho muitas fotografias porque é realmente difícil escolher as preferidas. É tudo tão bonito, tão verde com tanta água que a selecção se torna complicada.


Esta foto foi fácil... inicio do percurso, bom tempo, nada cansada. Ainda me conseguia manter sorridente e penteada.




Como sabem todos os meus posts sobre passeios ou viagens são práticos, por isso aqui vão encontrar aquilo que eu gostava de ter lido ou sabido antes de embarcar nesta aventura. Em primeiro lugar os passadiços estão totalmente reabertos, depois do incêndio que ocorreu em 2016, pelo que já podem fazer o percurso total. A informação geral é que percorrem 16km se fizerem ida e volta. Está errado - são exactamente 17 km e 200 metros aos quais devem acrescentar mais qualquer coisinha para uma ida ao bar ou casa de banho e ter em conta que o estacionamento não é logo na entrada do parque.








Existe mais ou menos a meio do percurso esta praia fluvial onde podem descansar e fazer um picnic. Se vão com menos tempo para aproveitar o local e não querem parar para almoçar, não se esqueçam de levar - água, comida energética, fruta, pão com qualquer coisa que gostem, umas barritas de cereais, ou chocolate. Acreditem que vão precisar caso decidam fazer os 18 km. Se forem no pico do verão podem levar toalha e fato de banho, caso tenham coragem para nadar naquela água gelada. Nem vale a pena falar em protector solar, seja qual for a época do ano pois não?











As visitas têm que ser marcadas pelo menos na véspera e por isso mesmo têm que já ter decidido qual a margem pela qual vão entrar. Aqui fica a dica - se quiserem fazer o percurso dos 18km é melhor entrar pela margem da espiunca que é mais plana e tem menos escadas para regressar quando já estiverem na recta final do passeio. Se quiserem apenas fazer 9km então a melhor entrada é pelo Areinho. Vão descer as escadas em vez de subir e depois a maioria do percurso é feito em recta até à Espiunca. Uma vez nessa margem têm táxis que vos cobram cerca de 5 euros por viagem (não é um preço tabelado, é uma média por isso convém confirmar) e vos leva de volta ao vosso carro que está no parque do Areinho.





Seja qual for a vossa decisão neste passeio impera sempre o bom senso.Não têm que ir em modo maratona oplimpica, nós levamos cerca de 6h com as devidas paragens para fazer o percurso. Ainda assim se têm dificuldades de locomoção não vão. Se têm baixa capacidade fisica, reconheçam isso, melhorem e vão noutra altura. Se têm crianças pequenas não vão. Mesmo que optem pelo percurso mais fácil vão ter que descer cerca de 800 degraus. O Parque não permite a entrada de carrinhos, pelo que a logistica com uma criança de colo é complicada e com uma criança, que já ande sozinha e se mexa por todo o lado perigosa.






Fim do percurso - desgrenhada e de língua de fora, mas fiz os 18km!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Ruínas de Milreu

Fomos a Estoi durante as nossas férias algarvias. O principal motivo era visitar as Ruínas de Milreu. Já conhecíamos  as de São Cucufate e tínhamos ficado impressionados. Desta vez não foi bem assim... são bem mais pequenas e estão bem mais em ruínas. Aqui ficam algumas imagens.