quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Uma dica que serve para todas nós

Sabem aquelas alturas em que andamos mais cansadas e o corpo não responde no ritmo que precisamos? Pode ser falta de magnésio. E aquelas fases em que por nenhum motivo aparente andamos sempre à beira de um ataque de nervos, ou nos sentimos emocionalmente instáveis? Culpamos logo as hormonas, mas pode ser carência de vitamina B. Claro que estas situações só se despistam com análises ao sangue, mas como desde que fiz a cirurgia de bypass gástrico as tenho que fazer 2 vezes por ano, estou muito mais atenta a estas questões. A médica de saúde materna do centro de saúde achou que era boa ideia tomar magnésio logo no primeiro trimestre, para evitar as supostas contrações que nunca tive nem tenho. Como a achei completamente incompetente e desequilibrada não comprei nada do que me mandou. Depois de ver as minhas análises verifiquei que tinha os níveis de magnésio baixos e da vitamina b12 também. Então em vez de comprar o magnoral que ela me indicou fiz o meu estudo de mercado e descobri o mesmo medicamento, do mesmo laboratório, mas com um nome diferente e um preço mais reduzido por ser vendido na para farmácia. Descobri isto no decorrer da gravidez, mas se soubesse antes da existência deste complexo já o tinha tomado. Aqui fica a dica para quem sente os sintomas acima descritos e com uma solução de custo mais baixo que o medicamento vendido na farmácia.


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

No stress

Aqui por casa sou eu a sra das almofadas e não há qualquer problema com isso. A cama é larga, ele percebe as minhas necessidades e lá nos ajeitamos para dormir. Só houve uma noite em que me roubou uma das almofadas mas já estava em processo de sono e eu não me importei.




Mas sei que nem em todas as casas é assim. Tenho uma amiga que está grávida com uma diferença de 10 dias do meu tempo de gestação e uma das maiores brigas que teve com o marido foi precisamente por causa da almofada. Mas grávida quando briga é coisa séria. Naquele caso passou dos gritos ao choro em 2 minutos. Homens - não há necessidade disto...

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Aqui não entram

Seja moda ou não, uma coisa eu posso garantir - não vou andar com borlas de cortinado penduradas nas orelhas!





segunda-feira, 4 de setembro de 2017

domingo, 3 de setembro de 2017

Receita

para retemperar as coisas menos boas.


sábado, 2 de setembro de 2017

A máquina de lavar loiça morreu

Que é tudo quanto uma grávida que está a preparar o enxoval e o quarto do bebé quer ouvir. Nestas coisas eu relativizo sempre (talvez seja por isso que tenho pouca paciência para aturar as frescuras dos outros), que podia ser pior. Podia ter sido a máquina da roupa e sem essa é que eu não posso viver, que o meu espírito de sacrifício não chega para ir lavar roupa para o tanque! Agora a minha mãe levou 40 anos para ter uma máquina da loiça e até lá não lhe caiu nenhuma mão, por ter que lavar a mesma. A mim também não vai cair. Até lá nos próximos meses é isto que me espera...

Se vou desanimar? Claro que não. Sei bem de onde venho e lembro-me de todas as dificuldades que os meus pais passaram na vida. Ter boa memória, não nos dá propriamente imunidade, mas noção dos nossos limites e daquilo que conseguimos suportar.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Ser quem se é

Parece um titulo um bocado estranho, mas na realidade quantos de nós são simplesmente eles próprios e vivem bem com isso? Porque é que a maioria das pessoas apenas consegue definir quem é se disser aquilo que faz, aquilo que tem ou com quem se relaciona? E este tema surge em dia de crónica da maternidade, porque nesta nova busca de informação em blogs sobre maternidade e o que é ser mãe me deparei com a mesma situação - mulheres (poderiam ser homens, mas poucos escrevem sobre o assunto) que sentem que a vida lhes fugiu desde que o novo ser veio ao mundo.
Leio isto e ouço em muitos sítios - estou cansada, não dou conta do recado, deixei de ter tempo para mim, deixei de fazer o que gostava, deixei de ter vida própria. E o que é isto de deixar de ter vida própria? É que a parte do cansaço eu entendo. A parte da privação de sono, por ter um ser que depende inteiramente de si, principalmente quando as mães dão de mamar, eu também percebo. E aposto que vou sentir a mesma angustia quando chegar com o meu bebé a casa e pensar que não conheço nada daquele novo ser e se serei capaz de entender o que ele precisa e suprir as suas necessidades. Isto tudo a juntar ao facto de eu própria já não ter mãe, para me orientar e explicar como se tratam certas situações com o bebé. Ainda assim faz parte do "pacote" ser mãe, e vou fazer o meu melhor. Agora a parte de deixar de se fazer o que gosta ou de ter vida própria eu não entendo. Ou melhor só entendo se aplicar isto a pessoas que entendem que ter vida própria é postar uma série de fotos nos festivais de música, nos restaurantes da moda e das pessoas "virtualmente atraentes" com que se encontram. Se eu sou "eu" em toda a minha unidade e gosto de quem sou, como é que me posso perder de mim própria ou deixar de ser eu numa viagem ao Japão ou de camisa de noite vestida com um biberon na mão ás 5h da madrugada? Não é sempre a mesma Susana? E tudo isto não é vida?

E isso é mau?