segunda-feira, 30 de junho de 2014

A montanha russa dos afectos

Não gosto de montanhas russas. E este post poderia simplesmente ficar por aqui... mas não fica. 
Porque todos podemos ou não embarcar em montanhas russas na nossa vida. Quando nos pedem para sair da nossa zona de conforto e nos indicam que o melhor caminho para nós seria aquele, já estamos em pleno movimento e em subida. Investimos e criamos balanço para ganhar a coragem de fazer algo que nunca imaginamos, algo que esperam de nós e ao qual queremos corresponder. Só que nas montanhas russas clássicas quando chegamos ao topo respiramos fundo e fazemos a preparação para afundar. Na vida real isso pode acontecer ou então o inverso... os carris começam a puxar para trás quando nós já estavamos mesmo á beira do abismo. A origem que deu inicio ao movimento deixa de estar presente, de acompanhar e de corresponder e nós ficamos pendurados no topo da montanha a pensar: se agora desço talvez já não volte a subir. Quantos movimentos destes terei que fazer mais? E porque motivo é que faço um esforço tão grande a subir, para quando finalmente me sinto pronta a pelo menos tentar, ficar novamente desamparada lá em cima? Eu não gosto mesmo de montanhas russas e cada vez me apetece menos andar nelas. Talvez quem goste de mim, tenha que entender que eu sou assim... alguém que ou é constantemente acompanhada ou então se desinteressa desse propósito.
Não gosto mesmo de montanhas russas e não tenho vontade de gostar, nem de sequer tentar. O estranho é que fico sempre pelas tentativas, porque não tenho rede lá em baixo que me segure. E não há problema nenhum em não segurar a rede nem corresponder à escalada, desde que não se espere que o outro suba a montanha.




domingo, 29 de junho de 2014

Presente de aniversário

Porque os presentes de aniversário podem ser qualquer coisa desde que faça sentido para quem o recebe, e este faz muito sentido para mim!
Uma previsão para o ano que iniciei ontem feita por uma nas melhores profissionais de numerologia do nosso mercado. E além de tudo é uma mulher fantástica.
Quem ficar com curiosidade para uma consulta é só procurar no facebook a página da querida Alda Arnauth.
 
Esta é a minha previsão e parece que me espera um ano de muito trabalho...
 
Parabéns a Você!!!
Que o Universo te traga muitos momentos fabulosos repletos de alegria e carinho neste novo ano da tua vida que começa hoje!!!
Ano Pessoal 4:
• Ideia chave: Trabalho e esforço.
• São os anos de maior responsabilidade e trabalho, nos quais, pormenores, organização e ordem estão em evidência.
• São anos práticos para meter mãos à obra e levar adiante planos e ideias surgidas anteriormente. São anos adequados para pôr ordem na vida material.
• Trabalho, esforço, concretização de projectos materiais, apelo à responsabilidade.
• É a altura de cuidar da planta que foi semeada no ano de 1 e que tem vindo a crescer nos anos anteriores, com disciplina e concentração.
• São anos lentos, exigindo paciência, esforço e determinação.
• Pode ter de cuidar da sua saúde ou da de alguém da sua família.
• Poderá ter problemas sentimentais, dificuldades económicas e bloqueios de desenvolvimento de projectos. Encare tudo isto como situações passageiras que irão ser resolvidas.
• Precisará também de cuidar de bens materiais e de economizar. Todo o sucesso que conseguir, virá por ser económico, prático, eficiente, corajoso e persistente.
• Não são alturas favoráveis para viajar nem para empreender mudanças.
Abraço grandeeeeeeee

sexta-feira, 27 de junho de 2014

E hoje ás 10.15 da manhã

Faz 32 anos que nasci!



E este ano não fiz pedidos nem lista de prendas. Tenho tudo e tenho todos os que quero (e lembro sempre aqueles que já cá não estão para celebrar comigo). Todos sabem que detesto celebrar o meu aniversário, mas desta vez até decidi juntar a família e 2 ou 3 amigos para fazer um jantar de aniversário! Este ano tenho tudo, saúde, amor, algum desafogo financeiro e as pessoas que mais quero na minha vida! Desta vez a lista está completa :-)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Schopenhauer - eu até nem gosto dele mas...

Foi o único que me deu a definição exacta da personificação da inveja nesta pessoa que eu cá sei. Pessoalmente tenho uma péssima ideia de Schopenhauer. Não era nem de longe um dos melhores filósofos do seu tempo, extremamente retrógrado e com uma péssima relação com as mulheres, sem qualquer noção e\ou interesse sobre o mundo feminino. Não admira que fosse um frustrado nos amores. Talvez por tudo isto fosse aquele que melhor poderia dar uma definição da inveja...
Tal e qual como esta mulher que hoje ocupa o meu pensamento. Feia por fora e por dentro, desinteressante, de fraca inteligência e com um sentido muito apurado no que diz respeito á comparação da sua vida, com as demais. São os namorados e maridos das outras, que não têm comparação possível porque ela não tem nenhum e este é mesmo um daqueles casos clássicos em que se tivesse, passaria a gastar metade da energia a invejar a vida das outras. Sim, porque não são só os afectos... e os carros que as outras conduzem? É coisa para a deixar para a deixar com uma crise de vesicula. As roupas que usam, o dinheiro que têm, a vida social e as viagens que fazem. Tendo em conta tanto a invejar, tenho para mim que a criatura neste momento já deve ter os ácidos todos trocados e bílis a circular pelo coração.
 
 

Nem um camelo na minha vida

Destes... porque dos "outros" é como no caso dos chapéus  que existem  muitos.



É que vai haver uma feira chamada Arabian Days em Faro e eu vou para lá de férias 15 dias depois de ter terminado!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Detesto estas intelectualices

Já chegou cá a casa o programa do Festival de Teatro de Almada, que é efectivamente um dos mais conceituados do país. E de todo um programa a única peça que me interessa é Macbeth de Shakespeare, mas claro que com a sorte que eu tenho é representada por uma companhia de teatro esloveno e eles colocam legendas! Realmente o melhor mesmo é rir, para não chorar....
 
 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Maléfica

Daqueles filmes em que não há nada de mal para dizer. Gostei desta nova abordagem da historia. Gostei do casting na escolha de actores, da música e da fotografia do filme. Mas acima de tudo adorei o trabalho da Angelina Jolie e acho que os filhos vão sentir sempre um enorme orgulho ao ver o tão bom desempenho da mãe naquele papel.